Não resta a menor dúvida de que o aparecimento da Covid-19 iria abalar a nossa economia, como de fato afetou, não somente o aspecto econômico como as atividades comerciais e industriais, onde a luta se tornou incessante para a sobrevivência do mundo empresarial e de uma maneira direta o PIB (Produto Interno Bruto) em toda a sua expansão.
A pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, já tem causado impactos devastadores na economia, tanto é que o vírus da doença já contaminou, além do PIB, que caiu 1,5% no primeiro trimestre e que deverá seguir este ritmo, como também em outras situações que comprometem a nossa economia, já que destruiu 860 mil postos de trabalho em todo o país, há de se esperar que surja um milagre de recuperação à nossa riqueza em todos os setores de produção.
Tal situação se aglutina a certos fatores que contribuem para a redução da nossa economia e que já vinha mal das pernas nos últimos anos, herança deixada pelo governo de Dilma Rousseff, mas que chegou a dar alguns impulsos de recuperação, tão logo deixou o cargo de presidenta da República e que veio dar um alento tempos atrás, no entanto, passou a ser uma crise diferente das outras com o aparecimento da situação presente, atingindo sensivelmente pessoas e empresas.
Quanto às medidas de quarentena, destaca-se, entre elas, o isolamento da sociedade, porém, não tem surtido os efeitos desejados, já que ultrapassam os limites e abusos, tanto econômicos quanto de apoio da própria população a algumas situações, diante das advertências, onde se vêem ônibus lotados, bem como metrôs, faz com que o perigo de contaminação se estenda cada vez mais ao mundo inteiro.
É evidente que medidas de quarentena e isolamento implicam em redução da atividade econômica com fortes perdas para os trabalhadores e empresas, acrescentando a esse fato que, para preservar a economia, é necessária a colaboração maciça de todos, no sentido de que aos poucos tenhamos a recuperação do terreno perdido e a retomada das atividades comerciais e industriais.
Percebe-se que os países mais ricos estão em melhores condições de exigir medidas de isolamento e quarentena, mas isso não significa que os outros não devam buscar meios adequados e o melhor caminho para fazê-lo, colocando em primeiro plano as pessoas e setores da economia mais vulneráveis e afetados.
Esses, ao nosso ver, devem ser prioridade do apoio governamental, para, em seguida, dar maior alento aos setores que traçam o progresso efetivo e salutar de uma Nação com o incremento da expansão dos seus negócios, onde motiva a redução dos desempregos que, ultimamente, vem sofrendo um índice negativo, justamente em função do cenário do coronavírus que se estende a todos os quadrantes da Pátria.
Além do que narramos até aqui, restam muitas incertezas, como por exemplo, quanto tempo ainda teremos de suportar a situação presente, porque é difícil fazer uma previsão, já que persiste o número de óbitos diários, embora tenha se reduzido nesses últimos dias, mas o número de infectados é simplesmente preocupante e desolador.
Importante ressaltar que uma das medidas eficientes que estamos constatando através das imagens da televisão são os testes que avançam por todos os cantos do país e que resultam num dos expedientes satisfatórios, de acordo com a iniciativa das autoridades competentes do sistema de saúde, um feito que vem ao encontro das necessidades neste sentido.
Enfim, sempre há uma chama de esperança de que a normalidade neutralize de uma vez por todas o mal do vírus do coronavírus.