São 131 anos de história. Todos os grandes acontecimentos da Cidade Azul tiveram cobertura feita pelo Número 1 ao longo desse período. E o feito não é para qualquer um. Muitos jornais já circularam no município, mas nenhum foi tão longevo, com tamanha qualidade e prestes a completar 132 anos.
O Diário do Rio Claro passou por diferentes mudanças ao longo da história. Muitos profissionais trabalharam para construir a marca que se consolidou no mercado rio-clarense. Com uma nova proposta editorial e projeto gráfico, o Centenário se transforma na melhor fonte de informação da cidade.
São diversos processos até o jornal chegar na casa do leitor. Checagem de informação, comercialização de publicidade, diagramação, impressão e distribuição. Tudo com compromisso e seriedade. E tudo isso não seria possível sem as pessoas que figuram nos bastidores da comunicação, que se esmeram para que tudo saia como o planejado. E para celebrar esta nova fase, nada melhor que conhecer as figuras que há anos estão empenhadas na missão de oferecer o melhor da informação.
Como era quando ingressou no jornal?

Sonia Ap. Bortolin Cardoso entrou no Diário em 1997 no Classificados
Sonia Cardoso: Eu entrei na época da criação de um novo departamento. Era a criação do departamento do telemarketing. Foi num período em que o jornal teve um crescimento grande, alavancou as vendas. Éramos um grupo de oitos vendedoras no início. Eu passei por esse período.

Katia Regina Zanello entrou no Diário em 2000 como Gerente Comercial
Katia Zanello: Quando entrei no jornal ele estava estagnado, depois ele foi dando um passo por vez. Entrei como auxiliar administrativa, trabalhava na Rua 5. Depois passei para o comercial. Passei por inúmeras mudanças e o jornal veio evoluindo desde então.

Leonardo Zanello entrou no Diário em 2004 como Designer Gráfico
Leonardo Zanello: Tínhamos uma realidade bem diferente. O compromisso com a informação sempre existiu, mas era uma equipe menor. Hoje estamos passando por uma reformulação, gráfica e jornalística. A nova diretoria está investindo na publicação.

Jacob Ap. Dutra Junior entrou no Diário em 1994na função de Impressor
Jacob Junior: Quando eu entrei o Diário Do Rio Claro ele já era o maior da cidade e o mais tradicional também. Contávamos com uma equipe ótima que ajudou a construir o que o jornal é hoje.

Claudette Atibaia entrou no Diário em 1991 como Jornalista
Claudette Atibaia: Entrei em um período que o jornalismo era bem diferente. A tecnologia ainda nem era o que temos hoje. O jornal foi se modernizando ao longo do tempo. Criamos uma equipe muito boa e fiz muitas amizades.
Como avalia a transformação que está passando o Diário?
Sonia Cardoso: Avalio como muito boa. Sentimos nos comentários das pessoas. Agora se formou uma nova ideia com um novo grupo e temos recebido diversos comentários positivos. A transformação é o principal tema das ligações.
Katia Zanello: Como uma crescimento muito grande. Está se atualizando, modernizando, que é o que o momento pede. O jornal impresso tem que se modernizar e temos feito isso.
Leonardo Zanello: É uma ótima evolução. Está crescendo a ponto de se tornar líder. Em pouco tempo conseguimos levantar o jornal e caminhamos para ficar 100% na qualidade técnica.
Jacob Junior: Eu avalio as mudanças de forma muito positiva. A nova administração tem investido, sobretudo, em tecnologia para os processos de produção. O jornal está em um novo momento. Algo que os leitores já começam a perceber.
Claudette Atibaia: É uma ótima mudança. O jornal estava precisando de uma cara nova, reestabelecer o compromisso com o leitor. É fundamental e o Diário merecia isso pela história e tempo de existência. Estamos realizando um trabalho de recolocação no mercado, com uma nova equipe, novos colaboradores e um novo jeito de fazer jornal.
Como vê a situação atual do país?
Sonia Cardoso: É difícil. Imprevisível. É mais uma fase que estamos passando nestes 21 anos. Já passamos por muitos períodos diferentes e sentimos que o comércio está tirando o pé do acelerador. Para ter uma ideia, hoje precisamos de um contato diário com o cliente. Antes era necessária só uma visita.
Katia Zanello: Sempre houve dificuldades, mas esses últimos governos aconteceram muitos roubos, o que causou um descredito. E olha que passamos por períodos bem ruins, com inflação, entre outras coisas.
Leonardo Zanello: É necessário uma mudança. Se continuarmos do jeito que está vai ficar bem ruim. Precisamos de uma reforma tributária e também de uma reforma política. Estamos passando por um momento de muita corrupção. A grande chance de mudança é na eleição deste ano.
Jacob Junior: Acredito que a situação está bem difícil. Mas ainda tenho fé no país. A eleição é a hora de tentar de mudar o quadro.
Claudette Atibaia: A situação do país está ruim. As pessoas, em geral, se decepcionaram com a forma como está sendo conduzida a política no país. Mas mesmo diante deste cenário, eu ainda acredito no Brasil. Nós podemos fazer a diferença e estamos fazendo, através do nosso trabalho diário no jornal.