Em meio à onda de protestos, críticas e elogios, o relatório da reforma da Previdência deve entrar em votação na comissão especial da Câmara no próximo dia 25 de junho. De imediato, a previsão é que o Governo Bolsonaro tenha garantido a maioria para aprovação. A partir daí, a discussão vai ao plenário, o que deve acontecer em julho. O relator da proposta, deputado Samuel Moreira, propôs alterações e o material vem sendo amplamente debatido no Congresso Nacional, centrais sindicais e pela sociedade como um todo.
Existem pontos que ainda devem sofrer alterações ou serem recomendados no plenário. Para o Ministro da Economia, Paulo Guedes, os parlamentares têm recuando frente à pressão. Segundo Guedes, o recuo pode abortar a nova Previdência. As críticas do ministro criaram novo mal-estar na relação entre Executivo e Legislativo.
O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, relatou que o governo Bolsonaro virou uma “usina de crises”. E mais uma vez o Presidente da República, Jair Bolsonaro, teve que intervir e acalmar os ânimos. Uma rotina pouco saudável. Desencontro corrigido, mas, até o dia 25, ainda podem ocorrer outros desconfortos. Risco evidente, mas sem volta no projeto. Para o governo, sem a nova reforma, sem futuro; já para o trabalhador, que o futuro não seja pior que o presente.
Na letra entoada pelo “Bonde do Trigão”, um tapinha não dói. Mas dá uma bela dor de cabeça, segundo o jogador Neymar.
Em terras de São João Batista, fogos de artifícios de Santo Antônio acordam a população.
E não foram todos que ficaram felizes, principalmente pelo horário.
Estranho o Dia dos Namorados acontecer na véspera do dia do Santo Casamenteiro.
Correto seria o contrário, antes do namoro, a apresentação.
Nos dias de hoje, as pessoas primeiro namoram ou ficam para depois se conhecerem.
E entre um período e outro, muito acontece.
Chegam “ao finalmente” antes de descobrirem que não foram feitos um para o outro.
Cortar na Educação hoje pode atingir todos os setores no futuro.
Um dos melhores aliados de Jair Bolsonaro, o deputado federal Alexandre Frota (PSL) assumiu em entrevista estar em rota de colisão com o governo.
Além das críticas ao governo, que não estaria dando a devida atenção à sua legenda, Frota critica colegas dentro do partido.
Por estas e outras que falta assessoria política ao Palácio do Planalto.
Quando o ataque vem do inimigo, normal, mas quando é fogo amigo, o risco é evidente.
Baseado no apoio das ruas, o Palácio do Planalto esquece o Congresso. Pode não ser uma boa estratégia.
Principalmente quando precisa de votos em plenário.
Não dá para seguir com a velha política, mas na marra e pressão, pouco se conquista.
De uma forma ou outra, acaba refém, seja oposição ou aliados.
Mais fácil se o eleitor votasse para todos os cargos com a mesma disposição que elegeu o Presidente da República.
Do tipo, trocaram o Ali Babah e deixaram o restante do grupo.
Existe espaço para notícia positiva no Brasil.
Mortes violentas no País tiveram uma queda de 23% nos primeiros quatro meses do ano.
Sinal de que existe esperança no ar, mesmo em meio ao mau cheiro.
Na política local, poucas novidades. Positivas!
Ex-prefeito Du Altimari deve sair candidato em 2020.
E pode bater de frente com Aldo Demarchi.
E ainda tem Juninho da Padaria em busca da reeleição.
No DEM, clima é de muita expectativa. Do tipo, apertar espana. Unidos, mas nem tanto.
Racha faz crescer os olhos na oposição.
Nestas horas, terceira via se anima. Mas aí depende do desempenho do Palácio do Planalto.
Sem reeleição para Assembleia Legislativa, o ex-deputado Demarchi fica de olho na Cidade Azul.
Mas o prefeito Juninho da Padaria não abre mão do cargo.
Façam suas apostas.
Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou a venda e o consumo de bebidas nos estádios de futebol de São Paulo.
Agora, está nas mãos do governador João Doria para sancionar.
Para quem frequenta os estádios há cerca de 35 anos, dá para garantir que associar a venda de bebida nas praças esportivas com a violência é para se discutir.
Os torcedores irão beber, seja dentro ou fora do estádio, e seguirão com as brigas agendadas pelas redes sociais.
A venda andava proibida em São Paulo, mas as brigas não reduziram.
Liberada, pelo menos os clubes podem melhorar a arrecadação, principalmente pequenas e médias agremiações.
Empréstimo ou financiamento para o recapeamento em Rio Claro deve voltar ao Legislativo.
Dizem que agora o Executivo tem votos para a aprovação.
Derrota, neste caso, seria desastrosa.
Mas aprovação confirma força para a reeleição.
Deputados paulistas transformaram em lei a proibição de canudinhos plásticos em todo o Estado.
Sancionada a lei, permissão será apenas para canudinhos em material reciclável.
Medida busca melhorar a relação do homem com o meio ambiente.
Eleito e reeleito prefeito de Santa Gertrudes, Rogério Pascon deixa o cargo em 2020.
A partir de então, novos projetos se abrem na política.
O primeiro passa pela tentativa de disputar a Assembleia Legislativa.
Dentro do projeto de novidades na área política, é nome a ser analisado pelo eleitorado.
Mas antes Pascon tenta eleger um nome do seu grupo em 2020 na vizinha Santa Gertrudes.
Levantamento do Indsat mostra alto grau de satisfação do rio-clarense com o presidente Jair Bolsonaro.
Esquerda tenta barrar esta confiança, mas não tem mostrado competência.
Bolsonaro que teve quase 80% dos votos na Cidade Azul.
Expectativa e realidade vivem uma relação de conflitos quando se trata do comércio e indústria.
Dia dos Namorados sugere aquecer os dias frios, mas ainda é preciso muito mais.
Governo tende a ser cobrado.
E não adianta se esconder em torno da Reforma da Previdência.
Aliás, esta tecla tem irritado empresários e políticos.
Cobrança é por novas frentes de atuação e não apenas a Previdência.
Pelas redes sociais, eleitor diz que momento é de cobrar Legislativo local.
Sinal de alerta para a sessão desta segunda-feira.
Mas cuidado com as velhas figuras que fazem do barulho, arma de cobrança. E nada mais.
Protestos contra Governo Bolsonaro ainda são tímidos.
Mas podem ganhar corpo e aumentar as dores de cabeça em Brasília.
Sugestão ao eleitor é para tomar ciência do que está sendo votado e o que vai interferir na vida de cada pessoa.
Daí, sim, criticar ou elogiar e sem cor de bandeira.
Radares, móveis e fixos, viram alvo de críticas.
Respeito à lei poderia ajudar no conflito.
Neste caso, dica ao Executivo é divulgar, mensalmente, o valor arrecadado e onde foi investido.
Pode parecer que não, mas preços dos combustíveis estão sendo reduzidos.
E não é coisa de Papai Noel.
O que não diminui é o consumo de bebidas no Jardim Público.
“Moradores locais” abandonam os cobertores, mas não os corotes.
Boa semana a todos.
Como a justiça encaminha para a vida, assim o que segue o mal vai para a sua morte.
Provérbios 11:19

Protestos por todo o Brasil, contra a reforma da Previdência e cortes na Educação, propostos pelo Governo Federal, marcaram a sexta-feira. “Menina dos olhos” do Palácio do Planalto, a reforma tem levado a muita discussão. Existe uma unanimidade sobre a necessidade, mas não se chega a um acordo sobre o formato. O Governo insiste na tecla como solução de todos os problemas, enquanto os trabalhadores temem por terem que assumir a conta.
A luta contra a corrupção sugere facilitar no fechamento da conta, mas não cobre 100%. Os manifestos da sexta estiveram distantes de preocupar Brasília, mas servem de alerta. Em caso de novos episódios e números maiores, as votações em plenário são arriscadas. Nestas horas, entre negociar e impor, cabe a cada qual escolher a melhor opção. E que seja a correta, para o bem de todos.