Então…
Nesta próxima segunda-feira (18), os trabalhos legislativos voltam pra valer na chamada ”Casa de Leis” de Rio Claro. Na primeira sessão do ano foi só para sacramentar o que já havia sido sacramentado, empossar a mesa diretora, que já estava “eleita” desde janeiro de 2017. E para variar, nada de importante será analisado nesta sessão ordinária, que é a segunda do ano.
Sete projetos serão analisados, conforme indica a “Ordem do Dia” 02/2019. E nenhum deles é de relevância para a população de Rio Claro. O que, aliás, não é novidade nenhuma. E a cidade continua caminhando, sem nenhuma fiscalização e nenhuma cobrança dos “Nobres” vereadores.
Como por exemplo, alguns estabelecimentos comerciais, do ramo de alimentação (bares, lanchonetes e restaurantes), que continuam a se utilizar do leito carroçável da via pública como extensão territorial de seu estabelecimento em locais onde o trânsito flui normalmente. Quem sabe um dia, um acidente que venha a fazer uma vítima fatal, acorde os nossos “NOBRES”, não é mesmo?!…
Água mole em pedra dura…
E lá vem o prefeito com outra alternativa para conseguir aprovação para emprestar R$ 60 milhões. Agora, o “artifício” é a inclusão no projeto de artigo prevendo o lançamento de contribuição de melhoria para as obras de pavimentação de bairros. Diz o executivo municipal que com a mudança as obras deverão ser pagas pelos moradores que serão diretamente beneficiados com a melhoria.
Muito bem, se o prefeito acredita mesmo que os pagamentos serão feitos, por que é que precisa do empréstimo?
Esse empréstimo está sendo muito, mas muito procurado mesmo. O que eu até acho que seria interessante para a execução de inúmeras obras no município. Mas, e sempre tem um “mas” nas histórias e estórias políticas, será que os vereadores entrarão nesse barco, que já está furado faz tempo?!
Eu não acredito nisso. A não ser que…
A vida de presidente não é mole, não…
Nessa última quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro comandou uma reunião em Brasília com integrantes do governo, vestindo uma camisa da SE Palmeiras. Até aí, tudo bem, não é mesmo? Afinal, cada um veste o que bem entender. Mas não é que descobriram que a tal camisa era pirata?
Com predominância da cor verde-limão, é uma cópia de uma camisa utilizada pelo clube em algumas partidas na temporada de 2010. Há, no entanto, diferenças significativas entre as duas camisas, como a colocação do número no espaço em que aparecia o logotipo da fabricante, na época a Adidas, entre outros detalhes.
Eu não acho que isso possa depor contra o presidente. Afinal, nove entre dez brasileiros se vestem com roupas piratas. Mas o presidente da república dar uma mancada dessa não pega bem, não é mesmo? Parece coisa da “ex-presidenta”, que gostava de cometer gafes e mais gafes.
Eu, particularmente, acho que o presidente achou que seus “meninos” estão tão fraquinhos para dar munição à esquerda radical que resolveu dar uma mãozinha. Afinal de contas, pai é pai, presidente é presidente, e nós somo nós, uai…