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Prefeito em exercício, Bellagamba recebe presidente municipal do PR

Nessa quinta-feira (25), o prefeito de Rio Claro em exercício, coronel Marco Antonio Bellagamba, recebeu no salão de audiência do Paço o presidente do diretório municipal do Partido da República de Rio Claro (PR), Marco Peres.
Na pauta, foram discutidos temas dos mais de dois anos de trabalho da sigla com o atual governo. “De forma harmoniosa, foram repassados diversos assuntos destes mais de dois anos de trabalho”, destacou Peres, que enfatizou os cumprimentos do presidente nacional do partido, José Tadeu Candelária, e do deputado federal Miguel Lombardi, “que muito têm se dedicado e ajudado com verbas à cidade e a este governo”. “Também no momento foi oficializado ao amigo e hoje prefeito o convite para reforçar o Partido da República.
O prefeito no exercício teceu diversos elogios a muitos membros desta agremiação partidária e, após consulta a seu grupo e familiares, irá marcar um encontro oficial com a direção nacional do Partido da República”, disse Peres. Vale destacar que, desde que deixou o PTB, Bellagamba não definiu para qual sigla deve se filiar e afirmou ao Centenário que já recebeu convite de diversas siglas, mas está estudando as possibilidades.
Coaching
A criminalização do Coaching está mais perto de se tornar realidade. Um brasileiro protocolou a ideia na plataforma de participação popular do Senado e já está com apoio de mais de 14 mil pessoas.
Para que a proposta seja encaminhada para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, são necessárias 20 mil adesões. Se conseguir o número, os senadores terão que analisar a ideia. De acordo com o autor da ideia, a proibição tem o intuito de acabar com charlatanismo.
Collor
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação do senador Fernando Collor de Mello (PROS-AL) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro a uma pena de 22 anos e oito meses de prisão.
Collor é réu pelos dois crimes, acusado de receber mais de R$ 30 milhões em propina por negócios da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras na venda de combustíveis. Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), ele pediu e recebeu o dinheiro entre 2010 e 2014.