
A verdade tá perambulando e pulando, mas ninguém está vendo
Sempre sei quem sou, porém nunca pensei que fosse você, sofrimento amargo e impuro, pego meu pedaço de razão e corro no fundo da minha mente, botando as engrenagens para funcionarem.
Porém sempre que vou muito fundo, acabo pendurado em um poço com uma corda podre, amargura, tortura, embrulha, contorce, entorta minha mente e a quebra em pedaços.
Penso em arrasar essa coisa de solidão e me entregar um pouco de companhia, porém sozinho não dá.
Não há bondade naquele que acha que tudo que brilha é ouro, envolvesse nesse sentimento de ganância e estraçalha-se a bondade, sempre há maldade com ranço de ser pobre. Porém, pobre é o ser humano, pobre é a alma, pobre é a bondade, maldade e razão. Riqueza é aquilo que achamos que tem valor, ou daí valor a elas.
Fazendo assim não dá, estou tentando achar diamante em uma pilha de carvão, sem pensar que todo esse carvão é diamante, não só é, mas como é feito, espremer com força e viraste riqueza.
Olho para o céu, nuvens e ventos, chuvas e flores, e lembro que minha riqueza é a vida, não só a vida como meus olhos que veem várias riquezas, como o sol.
A que ponto a cidade turvaria, minha visão congelada e concreta do bom e do ruim, dos rios plantas e árvores, não sei ainda quem sois, porém é preciso acabar com tal tristeza e se puder, inventar de novo o amor.
Sei lá também, a vida é uma grande ilusão, a vida tem sempre razão. Mas só sei que é preciso paixão.

Texto escrito pelo aluno Vinícius Pizoli estudante da Escola Estadual Januario Sylvio Pezzotti, sob curadoria de Rafael Cristofoletti Girro, aluno da Escola Estadual Marciano de Toledo Piza, de Beatriz Ribeiro Fausto de Jesus e de Vitória Ribeiro todasu alunas da Escola Estadual Zita de Godoy Camargo todos pertencente a Rede Camões de jornais escolares. O texto tem caráter pedagógico.
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